Mudanças e Adaptações

As expectativas dos consumidores mudam à medida que as tecnologias aplicadas a soluções reais providenciam ao consumidor rapidez, fluidez, lifestyle e conveniência.

Ir de encontro com estas expectativas significa colocar o design humano no coração e no epicentro das estratégias de negócios.

Saber o que os consumidores querem.

Com empresas líderes a colocar as expectativas dos seus clientes cada vez mais altas, esta questão tornou-se ainda mais difícil de responder do que aquilo que sempre foi.

Líderes como a Google e a Uber, providenciam aos seus clientes mais do que produtos e serviços úteis: Eles providenciam verdadeiras experiências que as pessoas amam.

Não existe magia ou bênção – Eles conseguem fazê-lo ao adoptar uma cultura e perspetiva de centrismo no cliente/usuário.

Esta abordagem está, progressivamente e a uma escala mundial, a obrigar os líderes de negócios a reconsiderar não só aquilo que oferecem, mas como oferecem. Mesmo em não concorrência direta com os gigantes, quando o cliente se habitua a interagir com um produto da maneira que quer, como quer e com verdadeiro valor, todo o mercado muda.

Mas nem tudo são ‘más’ noticias para os líderes de negócios no panorama negocial de hoje em dia – Esta nova realidade providencia ao negócios incríveis oportunidades de transformar a maneira como interagem com os seus clientes e tornarem-se organizações ágeis e inovadoras.

O que há a ganhar com o foco no usuário

Esta abordagem permite às empresas retirarem insights da jornada de decisão do consumidor e dos mercados e convertê-los em produtos e serviços (como também experiências) que os consumidores realmente querem.

Esta capacidade é ainda mais importante dado o crescente e acessível acesso a formas de medição de dados, com tecnologias de informação e profissionais qualificados em território nacional para conduzirem este tipo de tratamento de dados nas empresas – Com claro, a aposta na passagem de conhecimento académico para o tecido empresarial português.

Este acesso a informação e data não significa nada a não ser que as empresas consigam interpretar e tornar esta informação em bem desenhadas (design – well-designed) experiências com real valor.

Para fundamentar o título deste artigo: Pensar design é tornar informação crua em valor acrescentado, guia de orientação, para decisões estratégicas que tem impacto no mundo real devido à sua fundamentação em análise e observação.

É, por ordem, observar; interpretar; desenhar; implementar; testar e analisar – para melhoria contínua.

Conclusão

No nosso território, gestores, executivos e líderes em geral necessitam de uma maior sensibilização para a importância da passagem de conhecimento académico para o tecido empresarial, e mais relevante a este artigo, é necessário que mesmo sabendo a importância que o design joga na estratégia de negócios, devem saber como o incorporar nas suas organizações.